Perfil

Sou jornalista por formação, e uma artista por natureza. Pelo menos é a visão que tenho sobre mim. Sou formada pela Universidade de Brasília. Fiz estágios em assessorias de imprensa de Ministérios, e também em televisão, como Canal Rural, RBS TV (afiliada da TV Globo no RS) e TV Nacional.

Na época, cheguei a ter dois estágios ao mesmo tempo, além da faculdade. Trabalhava e estudava praticamente o dia inteiro. E ainda fazia inglês e natação. Fui atleta de natação.

Mas tive de abandonar os treinos pesados na piscina para me dedicar ao jornalismo.

Assim que me formei na faculdade, larguei meus estágios e fui à procura de emprego.

Nunca pensei que iria entrar na Globo tão depressa, mas como era meu objetivo, tentei.

Foram dois meses de muita pressão, ligando para a chefia da emissora pelo menos uma vez por semana, para enfim conseguir a vaga de produtora de TV.

Fui produtora de jornais locais por dois anos na Globo Brasília. Ao mesmo tempo, era repórter e apresentadora na TV Liberal, afiliada da Rede Globo do Pará.

Entrava na TV Liberal às seis horas da manhã e no turno da tarde era a vez de ir para Globo.
Depois desses dois anos como produtora de matérias, consegui ir para reportagem na Globo, que era meu grande desejo.

Por lá, fiquei mais cinco anos como repórter. Participei da cobertura de notícias locais, esporte e cultura. Mas eu sempre me identifiquei mais com cultura e tinha muita habilidade nas entradas ao vivo nos jornais, que sempre foram o meu forte.

A área de comportamento sempre me encantou também.

Por isso, cheguei a escrever um livro nessa área. “Nem tudo são flores quando o assunto é homem”. O livro fala de traições masculinas e da dificuldade de homens e mulheres em se relacionar.

Fiz pilotos de programas de entretenimento para emissora, e fiz teste para entrar no Vídeo Show, da Rede Globo. Foi quando a Record me chamou com uma boa proposta. Virar apresentadora e editora de um jornal local.

Deixei meu sonho de lado, o de trabalhar na área de entretenimento, para mais um desafio no jornalismo. Um passo maior.

Fiquei mais sete anos na Record. Fiz de tudo. Fui até produtora de moda, quando nem produtora de moda existia por lá. Fui principalmente produtora de matérias, repórter, apresentadora, editora. Tudo ao mesmo tempo. Apresentei jornais locais, de rede nacional. Fiz reportagens sérias tanto para o Jornal da Record, para o Fala Brasil, e outras mais leves, para o Hoje em Dia e para o próprio jornal que apresentava, o DF-Record.

Foram quase 15 anos de muito aprendizado. Fazer jornalismo é descobrir algo novo a cada dia. É se surpreender com os fatos da vida, bons e ruins, com as pessoas, com os acontecimentos, o tempo inteiro. E tudo aquilo mexe demais com as nossas emoções.

Quero continuar me emocionando, de maneira cada vez mais positiva, no meu trabalho e na vida.

Por isso, entro em uma nova etapa da minha carreira, voltada para o entretenimento, tanto em TV e internet, como em trabalhos com eventos culturais por meio da Tatiana Flores Produções Artísticas, a minha empresa.

Hoje tenho projetos e pilotos em andamento voltados para a TV e internet, e também tenho meu trabalho como empresária da área, apostando em eventos que ressaltem a importância de divulgar a cultura brasileira aqui e no exterior, por meio de exposições de quadros, esculturas e fotografias, shows de música, peças de teatro e circo.

A Tatiana Flores Produções Artísticas trabalha com artistas plásticos, escultores, fotógrafos, músicos, atores e organiza eventos patrocinados por empresas.

Nosso foco, além de fazer esses eventos patrocinados é o trabalho com inclusão social.

Em todos os nossos projetos temos como responsabilidade fazer trabalhos sociais associados a esses eventos.

Mas nesse site, você vai ver um pouco do que já fiz e produzi para televisão, minha verdadeira paixão.

Obrigada pela audiência. kkkk

Tatiana Flores.